quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Devaneios inspiradores sobre novos empreendimentos

         Com o estudo do comportamento do consumidor, e análise de mercado (consumidor real + consumidor potencial), fica cada vez mais evidente a importância do estudo e conhecimento do mundo, das novas tecnologias, e do marketing global. O estreitamento das distancias, conseqüente do advento da internet e de outras ferramentas tecnológicas mundiais de interatividade, torna ainda mais necessário o uso de termos, textos e símbolos, de acesso lingüístico global. Para nos comunicar, devemos então pensar em nomes e símbolos que seriam facilmente pronunciados e até mesmo “guardados” na memória de qualquer cidadão, de qualquer idade, em qualquer parte do mundo.

Nesse contexto, de conhecimento de público e de marketing global, é de suma importância para os novos empreendedores a utilização de estratégias adequadas para se aproximar, e confiantemente encantar seus clientes.  E ainda, dentro dessa ótica, é prioritária a escolha, desde o início, de um nome e de uma marca que evidenciem todo o conceito, valor e posicionamento da empresa.  Por exemplo, partir do pressuposto de que apenas o empresário fundador detém o direito de escolha sobre o nome de sua empresa, é reduzir a uma proporção ínfima a significância de todo um aparato de ideais dos verdadeiros empreendedores.

Esse é um exemplo, pequeno, de como posições radicais podem ser prejudiciais à evolução dos negócios e empreendimentos no mundo moderno.

Ter razão e ser o centro das escolhas táticas que operacionalizarão, positiva ou negativamente, o futuro estratégico de um negócio é um passo arriscado e crucial nos dias atuais. A modernidade tem se mostrado democraticamente inclusiva, e busca, aos trancos e barrancos alcançar as mentes dos empresários tradicionais, há tempos sobreviventes no mercado, e que relutam em aceitar e assimilar as mudanças e os avanços como algo produtivo para seus velhos negócios. Flexibilidade é uma característica fundamental para os novos empreendedores. E perseverança em planejamento sempre foi e sempre será crucial para o sucesso no alcance de objetivos.

O bom, em todo início, é contar com o apoio e os conselhos de empreendedores de sucesso. Reengenharia produtiva é aquela em que se aprende e faz ainda melhor! Parceria só é parceria de verdade quando é vantajosa pra ambos os parceiros. Quer ser parceiro de alguém? Defina a contrapartida. E, bons negócios!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

domingo, 10 de julho de 2011

Isso é marketing bem feito: Laranja até no cabelo!!

Ruivas e Itaú... tudo a ver! Amo o Luque e seus personagens. Amo props. Amo comerciais. Fala sério... Ficou legal DEMAIS!!!!!!!!!! Fazer o quê 3o B?? Hahahahaha
=)


YouTube - ‪Opinião do He-man sobre o mercado de ações e a crise financeira.‬‏

E como diz o grande sábio: "A maneira certa é a melhor maneira."

Dá-lhe He-man!!! Quem não viu o videozinho, deve ver. Os desenhos de antes eram mais educativos (apesar das brigas).

Conselho, dica, ninguém gosta de ouvir, eu sei. Mas fala sério... se a gente seguisse a maioria dos conselhos que os mais velhos ou mais experientes nos dissessem... estaríamos tão menos cheios de cicatrizes. Né?

YouTube - ‪Opinião do He-man sobre o mercado de ações e a crise financeira.‬‏

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Brasileiros, Europeus e Eu (1)

Galera... essa não podia ficar de fora.

Adoro a Deise Eclache! Professora querida de verdade.
Pra quem gosta de ler sobre tudo e principalmente, de questionamentos intrigantes sobre conceitos, valores, prioridades, vida própria e vida alheia... vale a pena ler o texto (nota) que ela postou no Facebook tecendo a opinião dela sobre a vida de Brasileiros x vida de Europeus: Brasileiros, Europeus e Eu (1)

Beijooooooo

terça-feira, 28 de junho de 2011

Complicado para entender, mas muito simples de experimentar - Permita!

Atualmente, e depois de anos de profissão de fé, finalmente posso exclamar que tenho uma rica experiência de oração e conversa diária com Deus. No entanto, quanto mais próxima estou dEle, mais percebo o quão falha e não merecedora de seu amor eu sou. É interessante essa relação... Sinto-me frágil, errada, mas entendo e aceito, obedientemente, seu amor, sua correção e sua misericórdia de Pai. Ô milagre... os que me conhecem, sabem o quanto é difícil eu assumir a postura de obediência à dependência.

Ah, tem hora que lembro até da Super Nanny e de sua cartilha de ensinamentos úteis, práticos e de sucesso para os pais. Às vezes acho que ela deve ser profunda conhecedora dos ensinamentos do Pai (até porque os ensinamentos dele são, e em muito, anteriores aos ensinamentos modernos).

Tenho pedido a Ele, diariamente, sensibilidade para enxergar suas Obras diárias... principalmente as pequenas grandes obras (aquelas que por não enxergarmos pelo detalhe, consequentemente não vislumbramos seu poder de ação). Tenho pedido, e me esforçado, para adquirir e utilizar corretamente a sabedoria. Tenho pedido a piedade e a misericórdia dEle, para me mostrar (esfregando mesmo na cara) as suas bênçãos diárias e para me dar diariamente espírito de agradecimento. Me remôo de pensar em minha pequenez e minha dependência... Mas, sendo mãe de carne e osso, sinto-me verdadeiramente FILHA quando percebo o significado real dessa palavra.

Daí meu amor não fica menor. Fica grande! Aumenta e aumenta exponencialmente, por que percebo que o Amor de Deus é infinito e eterno. Fico feliz demais, quando lembro que este é o maior mandamento e que fomos feitos a imagem e semelhança de Deus. Torno-me forte na fraqueza, e fico irremediavelmente otimista, porque me lembro que é assim que o poder de Deus se aperfeiçoa. É tudo tão claro quando se pede por visão. E acredito, piamente, que esse é o agir do Espírito Santo de Deus, Consolador, Iluminador e Orientador do caminho da verdade, em minha vida e na vida de muitos que clamam por e caminham com Ele. Sei que é por meio do Espírito, pela busca diária de sua plenitude, que constantemente me vêm à memória tudo o que aumenta a esperança. Esperança num amanhã duradouro, cheio de coisas boas, sem mácula, sem deslizes, sem manchas, sem desdém. Onde todos alegrar-se-ão com todos de uma maneira única, sendo felizes. O velho homem sumirá e com ele o egoísmo, inerente à raça desde o primeiro pecado. Pecado? Oba! Sem sombra, sem rastro, sem sinal. Porque é assim que tem que ser. 

Quando o império do Amor reinar, nada de pecado, nada de tristeza, tampouco egoísmo. E o que me deixa ainda mais esperançosa é saber, e crer, que o que virá é Eterno e que tudo aqui é vaidade (passageiro). Saber que o que eu preciso no agora é seguir a Verdade em amor e descansar, porque a Graça de Deus me basta.

Não faça força! Não faça. Permita que Deus aja. Que o amor de Deus inunde seu ser e te faça experimentar a Graça Divina. É tão simples... tão complicado para entender e, por essa grandiosidade, tão maravilhoso de sentir! Sinta!!

Equalizando a sensibilidade

Quanto mais sensível se é para as coisas de Deus, menos sensível se é para as coisas que não são de Deus. 


Aproximando-se de Deus tendemos, paulatinamente, a repudiar atos alheios a vontade dEle. O que temos sempre que lembrar, e pedir a ajuda de Deus para não errar nisso, por meio da ação de seu Santo Espírito, elucidador, é que repudiar atos não significa e nunca significou repudiar pessoas. Óbvio! São todos iguais a nós... cheios de virtudes e falhas. Mas, principalmente, são nossos “próximos”... e devemos nos colocar no lugar deles. 


Pratique a sensibilidade! =)


>> sugiro procurarem no dicionário (SEM BRINCADEIRA, CONSULTEM!) o significado das duas palavras: 1. Repudiar, 2. Próximo.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Excesso fora!

Alice Trindade - abr/2006
“Pedaço por pedaço… 
um dia de cada vez, e sempre na mesma direção!
Metas e objetivos são alcançados com dedicação e persistência, 
e não com bitolação.
Objetivos reais tornam a vida mais gostosa de ser vivida. 
Não exagere. Em nada! Tudo em excesso prejudica.”
                                                    
       (Aline T – ilustre desconhecida)

Equalizando - O futuro dos relacionamentos

Em casa, no meio da confusão, entre palavras duras e maldosamente utilizadas, ou mesmo quando o clima é outro, de bonança e suavidade... entre carinhos e palavras doces, o que praticamos?

Na sala de aula, quando o professor transmite, pelo seu ponto de vista, o conhecimento científico acumulado em anos de estudo e exercício da profissão, para os alunos que buscam esse conhecimento com um objetivo específico e pessoal, o que está em exercício?

No trânsito, entre carros, caminhões, motos e pedestres, no engarrafamento ou simplesmente no fluir de um dia calmo e tranqüilo, sem muita confusão, sem muito estresse... o que estamos desenvolvendo?

Na dança de uma bailarina. Na imagem de um fotógrafo. Na música de um músico. Na arte de um artista... o que observamos? O que captamos?

Na busca por respostas, por motivos de esperança, por novidades, por satisfação de nossos porquês, por crenças superiores, por fé e coragem, o que realizamos?

Relacionamentos. Contatos. Interação. Oração. Basicamente, o caminhar da humanidade depende disso: Comunicação.

Então, porque ainda temos tanta dificuldade em nos comunicar da maneira correta?
Seria tão lógico que, com a idade e a experiência adquiridas ao longo da vida de cada indivíduo, passássemos a nos comunicar excelentemente, sem dúvidas, equívocos, dubiedade, ou falhas.

No entanto, o que se observa é que aumentam, cada vez mais, os problemas de comunicação em relacionamentos profissionais, pessoais e interpessoais. São chefias e funcionários que não se acertam, equipes que estão sempre em “pé-de-guerra” internamente, casais que convivem por anos e não se entendem, partidos desfeitos, religiões dividas e subdivididas em “itens de padronização”, pais e filhos com conflitos de interesses... países em “harmonia na desarmonia”... tudo de pernas pro ar!

A resposta à pergunta elaborada é, na verdade, mais simples do que supomos. E se baseia num pilar central de nossa humanidade de difícil aceitação para alguns... nascemos egoístas.

Ainda somos humanos. Ainda temos no outro o reflexo do próprio eu. Ainda achamos que entendemos a cabeça do outro (nosso próximo), à luz do que conhecemos e compreendemos de nós mesmos. Mas realmente nos conhecemos? Conhecemos verdadeiramente ao nosso próximo e aos seus anseios, desejos e aspirações pessoais? Essa última é até mais fácil de confrontar: nós nos mostramos como somos verdadeiramente de modo que o nosso próximo saiba como nos portaríamos diante de determinada atitude?? 

Pensar só no outro, ou só em nós mesmos é parcial demais para funcionar bem. Um bom emissor está atento ao seu receptor e às suas peculiaridades. Um bom receptor dispõe-se a receber atentamente e compreender o que o emissor transmite, sempre de maneira a facilitar o diálogo que se segue.

O de dentro pra fora existe e funciona quando o de fora é entendido pelo de dentro.

Que bom seria se mais pessoas pensassem nisso. Compartilhassem desse ideal de tentar compreender a si mesmo e aos outros de maneiras complementares... e necessárias para o andamento da engrenagem.

Se o emissor e o receptor estão ligados e imersos num mesmo ambiente, tranqüilo, harmônico e sem ruídos, a comunicação flui melhor. Pessoalmente, encaro essa equalização como uma esperança.

Essa equalização seria muito salutar e contribuiria mui significativamente para a evolução saudável dos relacionamentos, que hoje estão sendo desfeitos (ou abandonados) por motivos pequenos e insignificantes. O “x” da questão está em quem será o agente iniciante e catalizador da equalização. Mas é sempre bom lembrar que isso é algo para partir do eu.

Oxalá, Deus nos ouça e nos abençoe para que cheguemos, individualmente e depois coletivamente, perto da santa perfeição!

Em casa, na família, no trabalho, na rua, com os amigos... e em tantos outros lugares.